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quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Teste da Orelhinha

     A audição é um dos sentidos mais importantes para o desenvolvimento completo da criança. O bebê já escuta desde bem pequeno, antes mesmo de nascer, por volta do quinto mês de gestação. Ele ouve a voz e os sons do corpo da mãe.

     É através da audição que se inicia o desenvolvimento da linguagem. Qualquer perda na capacidade auditiva, mesmo que pequena, impede a criança de receber adequadamente as informações sonoras que são essenciais para a fala.

     O teste da orelhinha ou “exame de emissões otoacústicas evocadas” é o método mais moderno para constatar problemas auditivos nos recém-nascidos. O exame consiste na produção de um estímulo sonoro e na captação do seu retorno através de uma delicada sonda introduzida na orelhinha do nenê. É rápido, seguro e indolor. Este exame é feito ainda no hospital, com o nenê dormindo, a partir de 48 horas de vida, e leva de 5 a 10 minutos. No caso de suspeita de alguma anormalidade, o nenê será encaminhado para uma avaliação otológica e audiológica completa.

    O Teste da Orelhinha, chamado também de Triagem Auditiva Neonatal, é assegurado por lei e todos os bebês devem fazer, para saber se está tudo bem com a audição. Assegure-se com o seu pediatra, de que seu bebê fez o teste.





SAIBA MAIS:

Riscos para perda auditiva:

  • outros casos de surdez na família
  • prematuros
  • baixo peso ao nascer
  • uso de antibióticos ototóxicos  e diuréticos no berçário
  • infecções congênitas principalmente citomegalovirose e rubéola



Falsos positivos no Teste da Orelhinha 
(Quando o bebê não passa no teste, mas tem audição normal):

     Esta condição é comum. A presença de líquido na orelha média, vernix caseoso no conduto auditivo e até mesmo cerúmen, podem levar a um resultado positivo. Ai está a importância da avaliação médica e do reteste do bebê. Muitas instituições  complementam a avaliação com Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico Automático (PEATE automático), que é mais específico que o  exame de emissões otoacústicas e em não se altera frente as condições acima.



Frente ao teste positivo:

     O bebê deve ser submetido a exames mais detalhados, como o PEATE diagnóstico, comumente conhecido como BERA. Este exame poderá nos dar informações valiosas sobre a audição do bebê, determinando se ele ouve ou não e até que intensidade sonora ele ouve (limiar auditivo).
Se confirmada a perda auditiva, o bebê deverá ser acompanhado pela equipe de otorrinolaringologistas e fonoaudiólogos que vão inciar o processo de reabilitação auditiva.

O quanto antes a criança for reabilitada, melhor será seu desenvolvimento global e o desenvolvimento da linguagem.


Fonte: http://www.conversandocomopediatra.com.br/ - Sociedade Brasileira de Pediatria 
http://otorrinopediatrica.org.br/

Sites úteis: surdez.org.br e implantecoclear.org.br 

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Repelentes

     Bebês com até 6 meses só devem usar mosquiteiros e roupas protetoras. É recomendado instalar telas nas janelas e portas e deixar o ambiente refrigerado já que os mosquitos gostam de calor e umidade.
     Em geral, o uso de repelentes deve ser evitado nas crianças menores de 2 anos. Dos 6 meses aos 2 anos devem ser utilizados apenas em situações especiais, com orientação e acompanhamento médico.
Veja algumas dicas ao aplicar os repelentes:
-  Procure vestir roupas brancas nas crianças, pois roupas coloridas atraem os insetos, assim como perfumes.
-  Os dispositivos ultrassônicos e os elétricos luminosos com luz azul são ineficazes.
-  Não deve-se utilizar produtos combinados com filtros solares, pois eles costumam ser reaplicados com uma frequência maior e os repelentes não devem ser aplicados mais do que três vezes ao dia em crianças.
-  O suor atrai os insetos.
-  Não durma com repelente no corpo, lave-se antes.
-  Leia todo o rótulo antes de aplicar o produto e conserve-o para consulta.
-  Mantenha os repelentes fora do alcance de crianças e não permita sua autoaplicação.
-  Evite o uso próximo a mucosas (boca, nariz, olhos, genitais) ou em pele irritada ou ferida. Para uso na face, primeiro aplique o produto nas mãos e então espalhe no rosto com cuidado.
-  Evite aplicação nas mãos das crianças e por baixo das roupas. Sempre lave as mãos após aplicar o produto.
-  Use quantidade suficiente para recobrir a pele exposta e evite reaplicações frequentes.
-  Se suspeitar de qualquer reação adversa, lave a área exposta e entre em contato com o serviço de intoxicação. Se necessário, procure serviço médico e leve consigo a embalagem do repelente.
     Devem-se procurar produtos aprovados pelo Ministério da Saúde e/ou Anvisa, pois garantem que o produto seja eficaz e seguro.


Fonte: Sociedade Brasileira de Dermatologia 

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Passo a passo para extração e armazenamento do leite materno



Primeiramente temos que saber aonde armazenar o leite e como realizar higienização adequada:

  1. Escolher os recipientes aonde será armazenado o leite materno: o ideal são potes de vidro incolor com tampas de plástico, como potes de maionese. Existem também recipientes próprios para isso. 
  2. Lave bem com água e sabão e depois ferva a tampa e o frasco por 15 minutos, contando o tempo a partir do início de fervura. 
  3. Escorra vidro e tampa sobre um pano limpo até secar. 
  4. Depois de secos feche bem o frasco. 
  5. Identifique o frasco de vidro onde vai colocar o leite com seu nome, data e hora da coleta. 
  6. Retire anéis, pulseiras e relógio. 
  7. Coloque uma touca ou um lenço no cabelo e amarre um lenço/tecido limpo na boca. 
  8. Lave as mãos até o cotovelo com água e sabão. 
  9. Lave as mamas apenas com água limpa. 
  10. Seque as mãos e as mamas com papel toalha, evitando deixar resíduo de papel, ou com um pano limpo. 

LEMBRE-SE: A HIGIENIZAÇÃO É MUITO IMPORTANTE PARA EVITAR A CONTAMINAÇÃO DO LEITE! FAÇA ESSA PARTE COM MUITA ATENÇÃO!





E como extrair o leite materno? 


  1. O primeiro passo é estar relaxada, sentada confortavelmente, respirar com calma e pensar no bebê. Você já terá deixado preparado o frasco que vai utilizar para a coleta. Talvez você possa deixar, também, um copo com água ou suco para você beber.
  2.  A seguir inicie a massagem das mamas: faça movimentos circulares com a ponta dos dedos em toda a aréola (parte escura da mama)
  3. Continuando, massageie toda a mama, mantendo os movimentos circulares. 
  4. Coloque o polegar acima da linha onde acaba a aréola e os dedos indicador e médio abaixo dela. 
  5. Firme os dedos e empurre para trás em direção ao tronco. 
  6. Aperte o polegar contra os outros dedos com cuidado, até sair o leite.
  7. Não deslize os dedos sobre a pele. Aperte e solte, aperte e solte muitas vezes. 
  8. Despreze os primeiros jatos ou gotas. 
  9. Em seguida, abra o frasco e coloque a tampa sobre a mesa, com a parte interna voltada para cima. 
  10. Retire o leite do peito com as mãos ou com bomba manual ou elétrica. 
  11. Após terminar a coleta, feche bem o frasco. 

Fonte: Ministério da Saúde 


Como guardar o leite materno com segurança? 


  • Guarde o leite coletado no freezer ou congelador, bem tampado e devidamente identificado.  
  • Se o frasco não ficar cheio você pode completá-lo em outra coleta (no mesmo dia), deixando sempre um espaço de dois dedos entre a boca do frasco e o leite. No outro dia, comece com outro frasco. 
  • Se no seu local de trabalho houver uma sala própria para estes procedimentos, ao terminar, jogue no lixo os materiais descartáveis e arrume os equipamentos no lugar, deixando tudo em ordem para a próxima coleta

O PRAZO DE VALIDADE DO LEITE CRU É DE:

- 12 HORAS SE GUARDADO NA GELADEIRA 

- 15 DIAS SE ESTOCADO EM FREEZER OU CONGELADOR


Fonte: uol.com.br


E posso transportar o leite materno? 

  • Sim: ao final da jornada de trabalho pegue uma sacola (ou caixa) térmica e coloque gelo retirado do freezer ou congelador. Após certificar-se de que é o seu leite, coloque o frasco na sacola, feche-a e leve-a para casa. 
  • Ao chegar em casa, coloque logo o leite no freezer ou congelador. 


E como esquentar o leite materno para oferecer para o meu bebê?

  • Amorne o leite em banho-maria (água quente em fogo desligado), agitando o vidro lentamente para misturar os seus componentes. O leite não deve ser fervido e nem aquecido em microondas, pois este tipo de aquecimento pode destruir seus fatores de proteção. 
  • Amorne apenas a quantidade de leite que o bebê for utilizar. 
  • O leite morno que sobrar deve ser desprezado. O restante de leite descongelado e não aquecido poderá ser guardado na geladeira e utilizado no prazo de até 12 horas após o descongelamento. 
  • Oferecer o leite em copinho, xícara ou colherinha. 


Fonte: Ministério da Saúde (Cartilha para a mãe trabalhadora que amamenta) 

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Aleitamento Materno


     Amamentar nem sempre é fácil. Vai haver momentos em que você quase desiste, mas aguente firme! Não há muitas coisas na vida que sejam realmente boas e ao mesmo tempo fáceis de conseguir. Os benefícios da amamentação são inúmeros, tanto para mãe como para o bebê. O leite materno contém todas as proteínas, açúcar, gordura, vitaminas e água que o seu bebé necessita para ser saudável. Além disso, contém determinados elementos que o leite em pó não consegue incorporar, tais como anticorpos e glóbulos brancos. É por isso que o leite materno protege o bebé de certas doenças e infecções.


aleitamento materno protege as crianças de:

  • Alergias
  • Otites
  • Vómitos
  • Diarreia
  • Pneumonias
  • Meningites
  • Bronquiolites



Outras vantagens do leite materno para o bebe:

  • Melhora o desenvolvimento mental do bebe;
  • É mais facilmente digerido;
  • Amamentar promove um vínculo afetivo muito forte e precoce entre a mãe e a criança;
  • Atualmente, sabe-se que um vínculo afetivo sólido facilita o desenvolvimento da criança e o seu relacionamento com as outras pessoas;
  • O ato de mamar ao peito melhora a formação da boca e o alinhamento dos dentes;


Amamentar tem vantagens também para a mãe:

  • A mãe que amamenta sente-se mais segura e menos ansiosa;
  • Amamentar faz queimar calorias e por isso ajuda a mulher a voltar, mais depressa, ao peso que tinha antes de engravidar;
  • Ajuda o útero a voltar ao seu tamanho normal mais rapidamente;
  • A perda de sangue depois do parto acaba mais cedo;
  • A amamentação protege da osteoporose;
  • A amamentação exclusiva protege da anemia (deficiência de ferro). As mulheres que amamentam demoram mais tempo para ter menstruações, por isso as suas reservas de ferro não diminuem;
Amamentar também é vantajoso para a família:

  • A amamentação é mais económica para a família. Basta multiplicar o preço de uma lata de leite em pó, pelo número de latas necessárias ao longo da vida da criança.
O leite em pó é muito diferente do leite materno e a sua utilização pode trazer desvantagens para o bebe:

  • Os leites artificiais usados habitualmente, são feitos a partir de leite de vaca. Por essa razão, o uso de leite artificial aumenta o risco de alergia ao leite de vaca;
  • As crianças que são alimentadas com leite artificial têm maior risco de vir a sofrer de otites, amigdalites, bronquiolites, pneumonias, diarreias, infecções urinárias e sépsis;
  • As crianças alimentadas com leite em pó, além de terem maior risco de infecções, elas surgem com maior gravidade, porque o seu sistema imune não recebe a ajuda dos anticorpos e glóbulos brancos presentes no leite materno;
  • As crianças alimentadas com leite artificial têm maior risco de sofrer obesidade na vida adulta;
  • As crianças alimentadas com leite em pó têm maior risco de desenvolver eczema, asma e outras manifestações de doença alérgica;


          
Agora, algumas dicas de como colocar em prática :
  1. Leve o bebê para um lugar silencioso.
  2. Procure deixar a mente tranquila, pense coisas boas.
  3. Sente-se em um local confortável, mas que tenha bom apoio.
  4. Exponha completamente a mama.
  5. Aguarde o bebê abrir a boca. (Caso não abra, encoste o dedo ou mamilo no cantinho da boca do bebe)
  6. Quando o bebê abrir a boca, traga-o até o peito.
  7. Introduza o mamilo e parte da aréola dentro da boca (Atenção: Não introduza somente o mamilo, introduza também a aréola)

O que não pode acontecer :

Barulho excessivo de deglutição
- Barulho de língua (barulho de beijo)
- Dor ao mamar
- Bochechas encovadas
- Bebê não pode abocanhar só o bico




     Tenha mais informações na Cartilha sobre Amamentação da Sociedade Brasileira de Pediatria: http://www.sbp.com.br/src/uploads/2012/12/cartilhasmam.pdf


Fonte:Ministério da Saúde / Sociedade Brasileira de Pediatria

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Febre: e agora?

O que é febre?

A febre é a elevação da temperatura corporal acima do valor de normalidade (maior igual a 37,8°), que pode ocorrer devido a diversos fatores: infecção, inflamação, tumor, entre outros. Nas crianças, a causa mais comum é infecção.

Em vigência da febre, as crianças podem  apresentar coração acelerado, respiração mais ofegante e ficam prostradas. Entretanto, sabemos que a febre é uma das medidas que o corpo toma para combater os microorganismos que estão nos infectando. Por isso, a febre deve ser medicada se a temperatura estiver acima de 37,8 graus. O estado "subfebril" (entre 37 e 37,7) não deve ser medicado, mas observado e acompanhado, pois nem sempre a temperatura se elevará.

Por ser um dos primeiros sinais de infecção, é comum ela aparecer em crianças sem nenhum outro sintoma, como tosse, coriza, diarréia. É por conta disso que orientamos ida ao pronto-socorro caso a febre permaneça por mais de 48 horas, pois em geral nos primeiros dias da infecção ainda não existem alterações no exame físico ou laboratoriais que possam ajudar no diagnóstico.

Claro que se a criança apresentar algum sinal de alarme para doença mais grave, não espere, procure o pronto-socorro na mesma hora. Quais seriam esses sinais?
  • falta de ar
  • sonolência intensa ou hipoatividade 
  • manchas vermelhas no corpo
  • vômitos persistentes 
Fonte: revistasaude.uol.com.br

E a febre pode causar alguma complicação para a criança?

A febre em si é um mal estar, por isso a necessidade de medicar com anti-térmicos. Existe também uma pequena chance de convulsão, a chamada convulsão febril.

A convulsão febril ocorre principalmente em crianças pequenas até os 5 anos de idade, e sua incidência é de cerca de 4%. Ela tem caráter benigno, ou seja, raramente evolui para epilepsia ou para lesões no cérebro. Ela acontece devido ao baixo limiar do córtex cerebral em desenvolvimento, por isso é um fenômeno da infância e tende a melhorar conforme a criança cresce. Também, sabemos que a elevação rápida da temperatura é um dos fatores que podem ocasioná-la, e não necessariamente a temperatura elevada.


Dicas:
  • sempre faça aferição da febre com termômetro, de preferência digital: para o médico faz diferença saber se a febre foi de 37,8 ou 39 graus
  • não esperar chegar ao pronto-socorro para medicar! Medique em casa assim que confirmado a temperatura acima de 37,8. A febre altera o exame físico e consequentemente a avaliação do médico
  • intercale os anti-térmicos caso a febre apareça antes de 6 horas da última medicação
  • durante a febre não há necessidade de agasalhar a criança, priorize roupas leves para que ajude a baixar a temperatura
  • banhos também podem ser utilizados para diminuir a temperatura, mas nunca gelados! O ideal é na temperatura ambiente
  • lembre-se de manter a criança hidratada


ATENÇÃO:

Se seu bebê tem menos de 3 meses e apresenta temperatura maior igual a 37,8, desagasalhe-o um pouco, meça de novo a febre após 30 minutos. Se a temperatura persistir procurar seu pediatra ou um pronto-socorro o mais rápido possível logo no primeiro pico, não aguardar as 48 horas.


Alguma dúvida? Escreva para gente nos comentários abaixo!


Fonte: J. Pediatr. (Rio J.) vol.78  suppl.1 Porto Alegre July/Aug. 2002




terça-feira, 6 de setembro de 2016

Higiene Bucal dos Bebês


     O nascimento dos primeiros dentinhos pode deixar a criança irritada. Os primeiros sinais de que os dentes estão chegando são coceira na gengiva pela pressão dos dentes, gengiva mais abaulada e esbranquiçada e aumento da salivação por conta do amadurecimento das glândulas salivares e pela incapacidade do bebê engolir toda a saliva.Todos esses sintomas deixam o sono do bebê mais agitado.

     O bebê leva a mão e tudo o que pega à boca, principalmente para aliviar a coceira das gengivas. As impurezas são transportadas do ambiente para o organismo do bebê podendo ocasionar estados febris, vômitos e diarréias, sintomasindiretamente relacionados com o aparecimento dos primeiros dentes.

     Para aliviar o desconforto, ofereça ao bebê mordedores para massagear a gengiva. O alívio será maior se antes o mordedor ficar na geladeira, o frio ajuda a confortar a região.




     Algumas crianças já nascem com o dente de leite e pode machucar a língua do bebê e o seio da mamãe durante o aleitamento materno. Por volta dos 6 meses de idade podem surgir os primeiros dentinhos ( incisivos centrais inferiores) e depois em ordem crescente:

o   Os incisivos centrais superiores;
o   Os incisivos laterais inferiores (por volta dos 11 meses de idade)
o   Os incisivos laterais superiores (por volta de 1 ano e 2 meses de idade)
o   Primeiros molares decíduos, os caninos e os segundos molares decíduo
o   Aos 3 anos, seu filho terá todos os dentes de leite (dentição decídua completa)

     Ao todo, são 10 dentes na arcada de cima e 10 na arcada de baixo

     Os pais não devem ficar preocupados se no primeiro aniversário do seu filho ele ainda não tiver nenhum dente. É normal um atraso de até 8 meses.

Escovação:

-        Use uma escova pequena e com cerdas macias. Faça movimentos circulares ou movimentos ondulados em todas as superfícies dos dentes, particularmente onde o dente encontra a gengiva.

-        Deve-se utilizar pequena quantidade de pasta sem flúor . A pasta com flúor só deve ser utilizado quando a criança aprender a cuspir. 




Fonte: abodontopediatria.org.br


Posição no berço

     Estudos mostram que o simples fato de colocar o bebê em posição correta para dormir pode reduzir em até 70% o risco de morte súbita.

     De barriga pra cima: essa é a maneira correta de deitar a criança até completar 1 ano de vida para reduzir os riscos de morte súbita. Ao deitar de lado ou com a barriga para baixo, o bebê respira um ar viciado, ou seja, o ar que ele próprio expira. "Uma criança maior ou um adulto acordariam ou trocariam de posição para evitar o sufocamento, mas em alguns bebês a parte do cérebro que controla este reflexo não está desenvolvida. 

     Os riscos de dormir de barriga para baixo são semelhantes a dormir de lado. São posições instáveis, muitos bebês rolam e acabam ficando de bruços. Se uma criança está deitada de barriga para cima e se afoga, sua tendência, por instinto, é tossir e com isso chamar a atenção dos pais.

     Sabemos que ainda ha muita dúvida e angústia quando a posição ideal e mais segura para o bebe dormir no berço, mas após muitos estudos foi descoberto que a posição mais segura para o bebe dormir é de barriga para cima pois diminui o risco de morte súbita.



Causas da morte súbita infantil:


A causa da morte súbita infantil é desconhecida. Embora não se saiba exatamente a causa, já se sabe o que aumenta o risco de morte:

  • bebês colocados para dormir de bruços ou de lado;
  • fumar durante a gravidez e permitir que fumem onde está a criança após o 
    nascimento; 
  • falta de aleitamento materno;
  • uso de colchões ou travesseiros muito moles e fofos;
  • presença de brinquedos, travesseiros, rolinhos, paninhos (“cheirinhos”) e outros 
    objetos no berço que podem sufocar o bebê; 
  • superaquecimento do bebê;
  • nascimento prematuro ou bebês com baixo peso ao nascer.

    Fonte: Pastoral da criança 


    Cuidados na hora de dormir

    1) Colocar o bebê para dormir de barriga para cima.
    2) Evite o excesso de roupas e fraldas que possam dificultar os movimentos do bebê e superaquecer seu corpo
    3) Deixe os braços do bebê livres, para fora das cobertas. Com isso evita-se que ele deslize na cama e fique com a cabeça embaixo das cobertas.
    4) Deixe a cama livre de almofadas, travesseiros, “cheirinhos” , bichos de pelúcia e outros brinquedos que possam dificultar a respiração do bebê.
    5) A temperatura do quarto deve ser confortável para um adulto vestindo roupas leves. O bebê não deve parecer quente ao ser tocado.





    Fonte: pastoraldacrianca.org.br

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Cólica do lactente

           A cólica do bebê é transitória, pode durar até três horas por dia e normalmente acontece no final da tarde ou à noite. Além do choro, o bebê fica irritado e agitado. A melhor hipótese para explicar a cólica do lactente é  sistema digestivo imaturo dos recém nascidos. 

Þ         A primeira coisa que precisamos descartar é fome à sempre que ele chorar, ofereça o peito. Se estiver mamando bem, molhando bem as fraldas e ganhando peso, provavelmente não é fome.
Þ         Verifique se ele está muito ou pouco agasalhado à Calor e frio também fazem o bebê chorar.

     Características do bebê com cólica do lactente :

·       Período de acometimento: 15 dias de vida até 3 meses
·       Inicio: súbto
·       Horário: Final da tarde / inicio da madrugada
·       Choro: agudo, inconsolável
·       Barriga endurecida
·       Rosto vermelho
·       Mãos com punhos fechados
·       Extensão e flexão ritmada das pernas
·       Recorrência
·       A eliminação de gazes pode causar  alivio temporário




     É muito importante conversar com o pediatra para que alguns outros diagnósticos sejam descartados, como doença do refluxo gastro esofágico, alergia alimentar ou mesmo algumas infecções.

      Algumas dicas importantes para ajudar o seu bebe: 

1) Tenha certeza de que ele não está engolindo ar durante as mamadas 
2) Ponha o bebê para arrotar depois de cada mamada
3) Segure o bebê no colo, use um sling ou experimente enrolá-lo numa manta 
4) Aqueça a barriga do bebe
5) Massajei a barriga em movimentos circulares no sentido horário 
6) Procure fazer movimentos de bicicleta com as pernas 
7) Balance: deite na rede com ele, passeie bastante ou balance o carrinho
8) Barulhos constantes ou rítmicos, como o do ventilador ou secador, acalmam alguns bebês e podem ser tentados 
9) Música tranquila
10) Manutenção de ambiente calmo na casa, sem muitos estímulos, com pouca luz e pouco barulho 

     Oferecer chá ao bebê não acaba com a cólica e pode prejudicar a amamentação. Remédios “contra gases” têm pouca eficácia.

     A alimentação materna como possível causa da cólica ainda é controversa. A cólica pode ocorrer tanto em bebês amamentados no seio quanto naqueles amamentados com leite de vaca (fórmulas). Entretanto, existe a possibilidade de alguns alimentos (leite de vaca, soja, trigo, nozes) passarem para o leite materno e provocarem cólicas. No entanto, esses alimentos só devem ser retirados da dieta da mamãe caso as cólicas estiverem associadas com outros sintomas gastrintestinais que indiquem alergia alimentar, como a presença de raias de sangue nas fezes do bebê.
     Ao primeiro sinal de sangue nas fezes do bebê, seu pediatra deve ser consultado imediatamente.
     E lembre-se, o ideal é prolongar ao máximo o aleitamento materno porque o leite de vaca tem alto poder de causar alergia.   

 
Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria 


Calendário de Vacinação

      A vacinação é uma das medidas mais importantes de prevenção contra as doenças. Ela protege aqueles que recebem a vacina e também ajuda a comunidade como um todo. Quanto mais pessoas de uma comunidade ficarem protegidas, menor é a chance de qualquer uma delas – vacinada ou não – seja contaminada.
     O Brasil é um dos países que oferece o maior número de vacinas à população através do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde. 
     É importante destacar que as vacinas não são necessárias apenas na infância. Os idosos precisam se proteger contra gripe, pneumonia e tétano, e as mulheres em idade fértil devem tomar vacinas contra rubéola e tétano.
     A cada ano o calendário sofre alterações e por isso é necessário estarmos sempre atentos :



sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Desenvolvimento Motor da Criança

O desenvolvimento da criança é uma coisa fascinante para os pais e pediatras. É uma delícia ver o bebê aprendendo cada dia uma coisa nova: o primeira sorriso, os primeiros passos, as primeiras palavras!

Hoje vamos focar no desenvolvimento motor da criança.

Com quantos meses podemos esperar cada coisa?

Confira a tabela abaixo e fique de olho no seu pequeno!



6 meses

9 meses




















Lembre-se que a idade pode variar um pouco para cada criança. É normal alguns bebes andarem com 9 meses e outros com 1 ano e 2 meses. O importante é sempre acompanhar com um pediatra
para que ele avalie se está tudo evoluindo bem.

Fonte: Denver II